"O que ela não fez foi tirar algumas dúvidas", escreveu o Frances Robinson do Wall Street Journal. "Enquanto ela cobria a crise econômica do Brasil, falou sobre relações comerciais e programas de ciência e assuntos urgentes - inclusive se o Brasil pode ajudar a Europa a sair da crise.
Dilma fez questão de buscar assuntos sobre investimentos estrangeiros no continente. Ela tem planos de oferecer incentivos fiscais para os investidores olhando para as indústrias de telecomunicações do Brasil, bem como o transporte aéreo para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas em 2016.
"Conhecido pela burocracia e os altos impostos, quaisquer planos para remover os obstáculos ao investimento no Brasil será recebido com entusiasmo pelas empresas europeias", escreve Joe Leahy para o Financial Times.
Em sua chegada na Bulgária ela foi recebida com muito apoio. Seu pai fugiu do país em 1929 e muitos viram isso como uma volta ao lar para Dilma, apesar de ser sua primeira visita ao país do leste europeu. Ela se comprometeu em ajudar os investimentos comerciais por lá.
A Bulgária é o país mais pobre da União Europeia em termos de produção econômica per capita e por isso o seu compromisso de impulsionar o comércio bilateral será bem-vinda. Um dos maiores jornais do país proclamou: "Que tipo de check Will Bring Dilma?" Em sua primeira página, assim que Dilma chegou. "Estou determinado a virar a tendência negativa e aumentar as oportunidades de projetos conjuntos entre empresas brasileiras e búlgaros", disse Dilma. "Há muitas opções para a cooperação na agricultura, indústrias de aviação renováveis, energia e petróleo."
Parece haver pouca substância para a visita, no entanto, como o real continua a se enfraquecer em relação ao dólar dos EUA, graças à crise europeia, a moeda caiu 16% em setembro. Empresas com grandes dívidas, como a petrolífera estatal Petrobras é provável a que mais sofre.

O Brasil ocupa 152 pelo Banco Mundial em seu sistema tributário
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